segunda-feira, dezembro 21, 2015

"The sound of Heartbreak" by Sarah Harvey



'When it’s over, when the love is gone, when eager lips are no longer locked in an epic kiss and fingers are not braided sweetly together—what does it sound like?
What does heartbreak sound like?
Is it loud and chaotic, like the cracking and popping of muscle and sinew in bodies moving to a blaring boombox on busy city streets streaked with grit, endless noise and neon green graffiti?
Or maybe it’s painfully still, like a bone-chilling day in the dead of winter, when the snow is falling hard and even the forest floor is empty and lifeless, save for the gentle sound of a lone deer walking softly through the snowflakes.
When it’s over, when the love is gone—there is only silence.
The soft, feathery sound of two hearts separating; the long, drawn out footsteps of two souls slowly walking off into different sunsets, different destinies.

And then, silence.

A silence so big, so thick, so menacing, it seems like it could bloom into an evil Venus flytrap and swallow you up in one monstrous munch.
All you hear for miles is the tender scrunching of your puffy eyelids, the sour stabbing of knotted tension in your stomach and sharp, quick inhales through your mouth as small, moaning cries escape your dry lips.
Your tears fill the painful quiet, but only a little bit.
Because the silence is more than silence; it can’t be filled. It’s emptiness—the acute awareness that something important is missing, the heavy knowing that something as familiar as your own skin is no longer present.
And yet, you reach out for this other, for their heart—out of habit, out of pure hope—and you come up short, empty-handed.
Hurt rattles through your body all over again, like a shock of strobe-like lightning.
Heartbreak is quiet. It’s quiet enough to hear the palpable, humming absence of a sweet voice you used to know so well; quiet enough to hear the sticky madness of your own whispering thoughts.
Memories pulse through your mind in the form of vividly colored flashes, adding a quick, tornado-like drumbeat to the agony-dipped quiet.

First kiss. First date. First “I love you.” Last kiss. Last “I love you.”

First Christmas spent together, with a small, crooked tree and shiny red candy-cane ornaments. Kissing with snowflakes in your hair and cold sweat on your lips. Making love by the pale light of the full moon.
These memories are devastatingly precious; they sound like home. They taste like warm gingerbread cookies.
And so the memories echo and echo, as though you’re walking through a mile-long hallway lined by tall wooden bookshelves stacked carefully with all the lengthy volumes of a love that’s no longer breathing.
Soon, your ears fill with the soft thwap-thwap-thwap of your fingers flipping hungrily through the pages. It’s like looking through scrapbooks filled with glitter and construction paper and a deep, wistful longing. You page through the years, the days, the moments, the experiences shared, all the musty chapters, seeing the things that you never wanted to leave behind—and some things you can’t wait to be free of.

It’s gone. It’s all gone; these precious moments of frozen time exist only in the tender hollows of your dreams, the bittersweet chapters of your heart.

What happened? What went wrong? Where did the love go?
Emptiness tugs at your bones. Grief stabs into you.

Here, in the deep throes of heartbreak, there are no answers. There is only silence. It sounds so hollow and hopeless, permanently dark, like the sun will never shine again, like—maybe—you’ll never laugh loudly again.
It won’t be okay—it already is.
Because you’re still standing. You’re still alive.
And yes, you’re still crying, but as you exhale through the parade of raining tears stinging your eyelids, something subtly marvelous is revealed to you:
Only here, in the murky depths of undiluted solitude can you hear the beautiful sound of your own heartbeat.

Close your eyes and listen-

Thump.

Thump.

Thump.

You smile a faint smile, because even though your heart aches so miserably, it still beats with ripe strength; it beats with passion, with purpose, with fire, with wisdom, with brave beauty.

Thump. Thump. Thump.

As you listen deeper, you hear the excited pulse-pulse-pulse of your abandoned dreams, like fireflies. You feel the gentle, electric pull of your soul’s sweet calling, the fluttering sound of your sticky wings begging to fly.
There is no quick-fix to escape the lonely, wintry silence of a freshly broken heart.
But that’s okay.
Because right now, in this moment, heartbreak sounds like hope: the painful birth of a new beginning.
The silence feels sacred, filled with fluttering truths.
So you breathe it all in—the shock, the loss, the fear, the beauty, the vast emptiness.
You curl up in front of a crackling orange fire and listen gently to the beautiful stirrings of your broken heart, the powerful longings of your luscious soul.

Thump. Thump. Thump.

Silence fills you, loneliness coats your body like a thick, purple blanket—and hope caresses your cheeks tenderly, like a tiny feather.
You cry.
And you exhale.
And you listen.
Thump. Thump. Thump.

And maybe, just maybe, you will look back fondly on this grief-filled day, remembering it as the day you learned to love silence.

And maybe, just maybe, you will remember it as the day you learned to love yourself.'


quinta-feira, dezembro 03, 2015

Is this....

So you say I don´t "write" anymore, that it´s all about photos -- don´t you like my photos?!?!


 
 

Tomorrow I´ll come here and write like there´s no tomorrow.... or maybe I´ll do it next week
or next month....

segunda-feira, novembro 30, 2015

Flickr, 2008

Recentemente disseram que eu deveria "conversar com alguém sério que consiga tirar novas para mim".
Novatos visitantes, meu blog é atemporal!
Aqui se vê sobre o que aconteceu essa manhã, o que está acontecendo nesse exato momento, posts sobre viagens antigas, novas, planos para sabe Deus o que e também fotos de ensaios novos e antigos.....
isso pelo simples fato de que eu posto o que EU quiser e quando quiser.

Então aqui vão fotos de 2008 ;)

sempre com micagens...

 No Parque Trianon.
Lugar bonito mas que, até a última vez que estive lá, estava tomado de michês :/

 hmmm não lembro onde fiz essa foto

 Meu gosto por cemitérios vem desde infância e o por janelas, vitrais e ferragens desde adolescência...
Em cemitérios se vê verdadeiras obras de arte! ou apenas nausoleus abandonados -que para mim são tão lindos quanto novos (às vezes até mais).

 Esse banco sempre me lembra uma boa faze da minha vida,
quando comecei um namoro....
Eu ia à cemitérios quase todo dia e não -- não conheci o namorado lá :P

Essas fotos do Cemitério do Araçá me deram vontade de ir visitar....
Quem sabe em breve vou ;)

Espero que o cuidado esteja melhor! 
Quando as famílias visitam os mausoléus é tudo lindo mas os que ninguém visita viram depósitos, ja vi caixas de ossos jogadas dentro, já vi osso também :/ e material que os coveiros usam (ao invés de deixarem no "depósito", deixam em lugares mais próximos, como os tais mausoléus abandonados).

Até mais

sexta-feira, novembro 27, 2015

A Beautiful Cold Afternoon

Tennessee Brewery, Memphis
40ºF outside, it was a very beautiful day....
A few things have changed after this photoshoot.... but here are some photos. Enjoy!



 my making of photos...




boots still on
It was cold



Like I said, the place has changed a bit... I´m not the same either.

segunda-feira, outubro 12, 2015

Passeio ao Parque Estadual do Jaraguá

Numa tarde de meio de semana fui convidada à um passeio, sugeri irmos ao Pico do Jaraguá (zona norte de Sao Paulo).... e lá fomos.
Eu não ia à esse park há uns 20 anos! Considerando-se a importância do lugar e o quanto moro perto isso é uma vergonha!!


O ponto mais alto da cidade, com 1.135metros nos dá uma vista incrível de praticamente toda Sao Paulo

 Lá de cima dá até pra achar que a cidade não é o caos que é....

As rodovias no meio fazem parte do RodoAnel

 não basta chegar lá em cima, tem que subir os quase 300 degraus.

pausa pra descanso.
falta só metade....

Antigamente quando se chegava à base dessa torre era possível caminhas um pouco mais e chegar quase ao outro extremo da montanha.
Fica aqui o aviso de que a tal passagem está fechada!
Uma vez que se chega lá, você baba na vista, tenta se localizar na cidade gigantesca à sua frente, tira fotos e é isso; voltar para baixo.


 Não é permitido subir até a outra torre!
esse semi-círculo no centro tem de fim-de-semana uma feirinha (de semana é só um rapaz vendendo água de coco) e lanchonete.
Dentro dessa cerca à direita tem um bondinho... mas é apenas para funcionários e, acho, deficientes. 


 Não sei porquê "do silêncio"
Seja como for, só uma parte está aberta, quando chegamos na "mini-ponte" havia um aviso de que o restante da trilha estava fechada para reparos.
 

 Até agora não entendi isso
O cano na parte de dentro é para encher baldes/galões/garrafas?

 Mirante da Trilha do Pai Zé


Entrada no park e também para subir ao topo é de graça.
Fica na zona norte de SP, colado com Rodovia dos Bandeirantes.
Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539 - Vila Chica Luiza
Contato: 3943-5222

Vale a pena o passeio!
Divirtam-se!


sábado, setembro 12, 2015

Expo "Guerreiros - Os maiores da História"

No Shopping Anália Franco, zona leste de Sao Paulo, a expo "Guerreiros - os maiores da história".
Medievais, samurais, persas, otomanos, egípcios, vikings, romanos e gregos.

Faltou um pouco mais de informações pra quem estava no lugar..... muita coisa se podia encontrar online mas se eu (imagino que outras pessoas também) estou num lugar quero saber o que está na minha frente!
Os guias eram simpáticos mas só se manisfestavam quando procurados e um deles até assumiu não lembrar muito do que estava sendo mostrado.

De qualquer forma vale a visita.




Samurais
O “yoroi”, a armadura tradicional dos samurais durante séculos, era composta por uma couraça (do) elaborada com diferentes placas de couro e metal atados com fios de seda, unidos a uma série de proteções na cabeça, ombros, braços e mãos, e também a uma saia acolchoada (kusazuri) que protegia os músculos. Este sistema permitia que a armadura fosse mais rápida e flexível, ao mesmo tempo em que gerava uma grande proteção às zonas mais vulneráveis. O capacete (kabuto) era de ferro bem elaborado.


 Armadura Viking  
                       A maior parte dos vikings não possuía acesso a armaduras. Em seu lugar, utilizavam peitorais de pele ou couro, e capacetes de couro. Em batalha, se defendiam com escudos redondos que os protegiam o corpo desde o ombro até a perna. Em alguns casos utilizavam um pouco de malha pendurada por trás do capacete para proteger o pescoço, e o resto possuía a forma de uma túnica, chamada “byrnie”, que era usada sobre uma calça acolchoada, para proporcionar proteção adicional.

 Armadura Medieval
Elemento essencial para os cavaleiros da Idade Média, a armadura os resguardava das investidas que poderiam sofrer com espadas ou outras armas em solo de batalha, bem como em torneios. Era composta por um conjunto de peças feitas em metal, que cobriam todo o corpo. Vestir uma armadura, com seus centos de peças e seu enorme peso, resultava em uma tarefa difícil, e necessitava do auxílio de um escudeiro. A invenção da pólvora e das armas de fogo extinguiu o uso de armaduras.





 ♪ "Kiss me hard before you go" ♫
Sobre esses dois a expo só tinha aquele "quadradinho" com códigos para a gente encontrar informações online.... mas como eu deletei o app e o guia da exposição não sabe nada além do fato de que as infos são sobre o cavalo e não o cavaleiro, ficam apenas as fotos mesmo.

 Armadura Egípcia
A origem da armadura se remonta aos egípcios e consistia em uma couraça feita com várias capas de linho reforçado que os protegiam das flechas. Outro tipo eram as confeccionadas com pele de crocodilo, muito apreciadas pelos soldados, porque possuíam um forte componente mágico-religioso, já que, além da evidente proteção física que oferecia, existia a crença de que quem a portava adquiria a força e atributos do animal.
Estas armaduras tinham um componente mágico-religioso, já que existia a crença de que quem usava a armadura, adquiria a força e atributos de um crocodilo, animal venerado no antigo Egito, representado pelo Deus Sobek. Chegou a ser tão apreciada, que inclusive, quando o Egito passou a ser parte do Império Romano, os legionários a utilizaram para seu poder, ou melhor, para amedrontar o inimigo no campo de batalha.



 
Nem penso em Asterix....

A armadura do Rei Artur, que inicialmente estava em destaque no texto do site (mudaram, estava melhor!!! Bastava ter adicionado as informações e não ter tirado sobre a exposição) está total sem destaque. 
Se imagina que dos reis ele chame atenção (daí terem dado destaque) no entando está junto com outras que, segundo o guia do evento ele só sabia que duas espadas eram réplicas do "Senhor dos Anéis", a quarta armadura ele reconheceu que nem lembrava do que se tratava.
Armadura do Rei Artur  
O rei Artur, herói que inspirou poemas  e relatos que datam dos séculos XII e XIII, segundo a lenda, se converteu em rei de Camelot, pois foi o único que superou a prova de tirar a espada Excalibur da pedra, e com a qual conseguiria a paz, prosperidade e justiça para seu povo. Durante seu reinado, reuniu os melhores guerreiros e criou a Ordem dos Cavaleiros da Távola Redonda, chamados assim porque seus integrantes deliberavam em torno de uma mesa circular.
Artur converteu-se numa personagem mítica e sua lenda transcendeu sua origem celta, já que seus ideais inspiraram várias gerações.