Embora não faça parte da rota principal de turismo de quem vai ao Rio de Janeiro eu mais que recomendo um passeio ao Jardim Botânico! Pela bagatela de 6$ pode-se entrar em outro mundo...
Ja há algum tempo que queria visitar o lugar mas nunca tinha tempo (como dito, não é dos lugares mais atraentes ao 'turismo popular' mas dessa vez encontrei uma companhia das que poderia ir comigo e, embora o jardim seja lindo e super romântico, foi só passeio mesmo :/ (mas nada de 'cânico', logo volto e com companhia melhor/romantiquinha)).
Com a proclamação da república brasileira (1889), no ano seguinte (1890), passou a ser denominado como Jardim Botânico. A partir de então, receberia diversos visitantes ilustres, como Albert Einstein (maio de 1925) 21 e a rainha Isabel II do Reino Unido (novembro de 1968),22 entre outros,23 transformando-se em cartão-postal da cidade. Entre os nomes de pesquisadores que lhe estão ligados destaca-se o de Manuel Pio Correia.
O Jardim Botânico do Rio de Janeiro encontra-se tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1937.
Em 1991, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura considerou-o como Reserva da Biosfera. Naquele momento, quando o jardim passava por dificuldades de manutenção e conservação, um grupo de empresas públicas e privadas formou-se para auxiliá-lo. Como resultado das parcerias, em 1992 o orquidário e a estufa de violetas foram renovados, além de procedida uma limpeza no lago. Em 1995, foi construído o Jardim Sensorial, com plantas aromáticas e placas indicadoras em braille, permitindo a visitação por deficientes visuais. Posteriormente, uma nova estufa para as bromélias foi construída. No início do século XXI, o muro do jardim na rua Pacheco Leão foi demolido, dando lugar a uma grade, melhorando a sua integração paisagística com o bairro.
-Wikipédia
Aleia Barbosa Rodrigues
O seu nome é uma homenagem ao naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues, diretor da instituição entre 1890 e 1909.24 Aléia principal do jardim, e é o cartão de visitas do lugar, ladeada por imponentes palmeiras-imperiais.
A primeira muda de sua espécie a chegar no Brasil foi plantada pelo príncipe-regente dom João, em 1809. Para que o jardim botânico tivesse o monopólio dessa espécie, o então diretor Bernardo José de Serpa Brandão (1829-1851) mandava tirar e queimar todos os seus frutos. Entretanto, à noite, os escravos subiam na árvore, colhiam os frutos e vendiam, na clandestinidade. Esse primeiro exemplar viria a ser derrubado por um raio em 1972. Ascendia então a 38,70 metros de altura. O tronco foi preservado e encontra-se em exposição no Museu Botânico. Em seu lugar, foi plantado outro exemplar, a "Palma Filia".
Em ponto central no encontro das aléias, constitui-se numa das mais belas atrações do jardim. Fabricado na Inglaterra, é constituído por duas bacias. Na maior delas, quatro figuras representam a música, a poesia, a ciência e a arte.
O chafariz foi originalmente instalado na Lapa até que, com a reformulação do Passeio Público (1905), foi instalado no jardim.